quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O valor de quem sabe esperar a hora certa

Na nossa sociedade a virgindade é sinônimo de vergonha, porém essa não é a opinião do nosso Deus. Vamos ver como Ele trata esse assunto:

"Se alguém enganar alguma virgem, que não for desposada, e se deitar com ela, certamente a dotará e tomará por sua mulher.

Se seu pai inteiramente recusar dar-lha, pagará ele em dinheiro conforme ao dote das virgens."

(Êxodo 22:16-17)





CASAMENTO NA ANTIGUIDADE
Típico casamento judeu.
Pintura: Zamy Steynovitz
Ainda no contexto da lei mosaica destacamos no texto acima a importância que Deus dá para a virgindade.

Precisamos entender que para os povos pagãos o sexo muitas vezes não era sinônimo de casamento, mas sim uma espécie de ritual, onde o prazer gerado servia como ponte entre um indivíduo e suas divindades, por isso a figura da prostituta cultual tinha grande destaque (Nm 25:1-2)

No entanto, para os hebreus a relação íntima de um casal era o início do casamento, não se era necessário alguma cerimônia, apenas que um homem e sua mulher coabitassem. Deus enxerga o ato sexual como o estabelecimento de um matrimônio, por isso que a virgindade é exaltada pelo Senhor, pois Ele a vê como um presente maravilhoso que uma pessoa oferece ao seu cônjuge.

A LEI E A VIRGINDADE
sexo antes do casamento seria crime.
Por isso que o Senhor estabeleceu na lei de Israel que o sexo antes do casamento seria um crime, penalizando o homem que possuísse indevidamente uma moça virgem.

Caso a moça tenha consentido com o ato o correto seria que aquele casal se tornassem oficialmente marido e mulher. Entretanto, se o pai da jovem recusasse a oferecer como esposa, o rapaz deveria pagar uma quantia em dinheiro ou bens (dote das virgens) pela humilhação que gerou a moça e a sua família.

ESPERANDO O CASAMENTO
Assim como na Antiguidade pagã o sexo dos dias atuais é realizado sem nenhum critério gerando uma sorte de problemas.

Por mais que as atuais leis dos países não levem em consideração a opinião de Deus, os crentes devem viver conforme o Senhor ordenou na Sua santa Palavra. Esperar o casamento para descobrir o sexo com a pessoa que o Senhor destinou para sua vida com certeza será o maior presente do seu matrimônio e permitirá que o amor entre o casal seja mais intenso e alicerçado na confiança mútua.

Mesmo que você infelizmente tenha procedido diferente do que Deus determinou é necessário manter uma vida pura, perseverando na castidade e buscando forças no Espírito Santo para que a influência do pecado seja cada vez menor no seu cotidiano.

Lembre-se:
Deus estabeleceu regras bem claras para casamentos felizes e honrosos, por isso jamais se desvie dessas leis para investir nos conceitos humanos sobre relacionamentos. Preserve sua virgindade e mantenha-se casto até seu casamento.

3 comentários:

  1. "Se alguém enganar alguma virgem, que não for desposada, e se deitar com ela, certamente a dotará e tomará por sua mulher.

    Se seu pai inteiramente recusar dar-lha, pagará ele em dinheiro conforme ao dote das virgens."

    Se o pai recursar dar a filha tem que pagar um dote para ele liberar mulher é só um objeto na biblia.

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  2. Se Deus não queria este tipo de pegado teria nos feitos desprovido de sexo.

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  3. Desponsório, Condução e Bodas judaicas



    Como na época de Jesus o casamento judaico era constituído de três partes:

    O DESPONSÓRIO, que era o Noivado e onde era feito o “Contrato de Casamento” na presença de testemunhas, pois o Contrato podia ser tanto escrito ou oral.
    E se destinava combinar o dote da noiva...

    A CONDUÇÃO, que era o período intermediário entre o Noivado e o Casamento.

    E as BODAS, que era o Casamento propriamente dito.

    Já que pela Lei judaica, entre o Desponsório (Noivado) e a celebração das Núpcias, sempre decorria um intervalo de tempo, que podia chegar a anos.

    Em virtude de na época, a Lei judaica não prescrever a virgindade da noiva.
    A noiva poder precisar provar ao futuro marido que era fértil.

    Se acreditar que a infecundidade decorria exclusivamente da mulher.
    E não ter filhos ser interpretado como uma desonra ou mesmo algum castigo divino, veja (Gn 30; 23) e (1 Sm 1;5-).

    No período chamado CONDUÇÃO, embora os noivos vivessem separados, o futuro marido poderia usar do direito legal de saber se a sua futura esposa era ou não fértil, pois o “Contrato de Casamento” outorgava ao noivo a posse da noiva no sentido estrito, e por isso, era comum que na Condução se chegasse a ter filhos, sendo que a prole era considerada legítima.

     
    Lisandro Hubris

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